domingo, 1 de dezembro de 2013

TÓPICOS SOBRE HISTÓRIA DO BRASIL I


SEGUNDO IMPÉRIO: Centralização do poder e modernização

Lucas Beck e Mauro

D. PEDRO II, foi o último imperador do Brasil, reinando de (1840-1889), quando foi deposto por militares e republicanos. Enquanto esteve no poder, agiu como líder moderado e dominador do progresso econômico, científico e    tecnológico. 
Discreto e estudioso, gostava de viajar para o exterior, fotografar e de fazer contato com intelectuais de outros países.
As medidas centralizadas empreendidas desde o final do período das regências  ganharam mais força desde que D. PEDRO II, em 1840 assumiu o comando da nação, aos 14 anos.
Além disso, o Segundo Reinado, como é chamado o governo de D. PEDRO II, assistiu à implantação do parlamento e à extinção do tráfico de escravos. Vários conflitos ocorreram também neste período, como é caso da praieira, em Pernambuco. E mais o Brasil se envolveu em um sangrento conflito internacional, a Guerra do Paraguai.

 Revolução Praieira - 1848

Lucas Teles, Gabriel T e Tiago

De 1844-1848 o Partido Liberal, assumiu politicamente Pernambuco. Quando foi substituído  pelo partido conservador em 1848, aconteceram grandes reações que serviram como combustível para a ultima e maior revolta no período monárquico, a revolução Praieira em 1848.   
Pernambuco possuía uma tradição de movimentos liberais, que se manifestaram em 1817 e 1824. Desta vez, o movimento rebelde foi inspirado também por algumas ideias socialistas. Iniciada pela elite liberal (representado pelos ricos proprietários de terras, jornalistas e profissionais liberais), a rebelião contou com importante participação popular reflexo da falta de empregos e das dificuldades econômicas das classes médias urbanas.
Os rebeldes exigiram maior autonomia as províncias, a extinção do poder moderador e a nacionalização do comércio até então dominado pelos portugueses.
A luta prosseguiu até 1850, quando os praieiros foram derrotados pelo governo imperial.
O fracasso da revolução praieira encerrou o ciclo de revoltas armadas contra o poder central. A partir de então, o império entraria em um período relativa estabilidade política, que foi amplamente favorável a manutenção da unidade territorial.
A rebelião foi derrotada pelas forças oficiais em 1850. Muitos revolucionários morreram nos combates  com as forças oficiais. Os líderes e demais participantes foram presos e julgados mas nos anos seguintes foram perdoados.


O fim do tráfico negreiro

Dionathan, Fabiano e Guilherme         

No ano de 1844, o ministro da fazenda, Manuel Alves Branco, decretou um conjunto de medidas modificando a política alfandegária nacional.
Com o objetivo de aumentar a arrecadação brasileira, o ministro Alves Branco aumentou  os impostos de mais de 3.000 artigos importados,  muitos deles ingleses.  Desde os tratados de comércio, assinados com a Inglaterra em 1810, nenhuma alteração significativa havia sido realizada. Com a nova política de taxação, os privilégios existentes no Brasil para os exportadores ingleses sofreram um forte abalo.
A abolição do tráfico representou um golpe mortal para o sistema escravista brasileiro e para a elite cafeicultora, cessando a única fonte de abastecimento do sistema. Vale ressaltar que a mortalidade dos escravos era maior que a natalidade devido às péssimas condições em que viviam. 

Como consequência, o governo imperial e os fazendeiros intensificaram os esforços para incrementaram o trabalho remunerado. Havia basicamente duas soluções possíveis:
* Transformar os escravos em assalariados.
* Promover a vinda de imigrantes europeus.
A princípio a solução que parece mais fácil é a primeira: dava-se liberdade aos escravos e lhes pagava um salário, o que os motivaria a produzirem melhor. No entanto, não era assim que a elite da época pensava. Se o trabalho passasse a ser remunerado, era melhor pagar um branco do que um negro, pois na concepção da elite, o branco era tido como superior, honesto e inteligente. Com essa linha de raciocínio racista, um fazendeiro considerava idiotice e desperdício pagar salário a um negro.
Restava apenas a última hipótese: a vinda de trabalhadores estrangeiros, que sob o ponto de vista da elite, tinham a grande vantagem de serem brancos. A partir daí, se iniciaria o movimento migratório de europeus, que cresceria significativamente nas próximas décadas.

                                   
Abolição da Escravatura no Brasil

Kathleen Morgana, Alyan Thaisa e Brenda Nogueira.
      
A partir da segunda metade do século XIX, o movimento que pretendia abolir a escravidão no Brasil começou a agir por pressão  inglesa que  queria abolir a escravidão no mundo INTEIRO.
Em 1871, a “Lei do Ventre Livre”,foi um bom começo para acabar com a escravidão, pois determinava que filhas de escravas, nascidas logo depois daquela lei, seriam LIVRES.
No dia 13 de maio de 1888,a Princesa Isabel assinou a 'Lei Áurea” que aboliu a escravidão n Brasil.
Ela não “aboliu” totalmente, essa lei serviu para várias pessoas libertarem, seus escravos, mas algumas pessoas continuaram escravizando negros e até nos dias de hoje existe trabalho escravo ilegalmente, mas não é só de negros agora.
                  

A  ABOLIÇÃO

Bianca, Rayssa e Vitor

A abolição da escravatura ocorreu em 1888, antes disso já se tinha alguns escravos livres, os chamados escravos de ganho (os quais lideraram a revolta dos malês).
A abolição veio através da pressão política dos países. (principalmente países europeus e E.U.A., os quais já haviam abolido a escravidão dos negros) que consideravam escravatura algo ultrapassado.
Através dessa pressão sobre a 'queridinha' princesa Isabel, a qual nós acreditamos que não foi gesto de compaixão e sim de se livrar da dor de cabeça da pressão sobre ela pelos outros países, assinou Lei Áurea que libertava assim os escravos (teoricamente, pois na pratica os fazendeiros ainda demoraram para libertá-los).

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