quinta-feira, 11 de abril de 2013

Conceito e definição de imperialismo


Imperialismo se define pela expansão e domínio territorial,  cultural e econômico de 
uma nação sobre as outras.

Imperialismo na Europa e Estados Unidos
O Imperialismo nasceu para conquistar política, econômica e culturalmente os países da África – Ásia –Oceania e América Latina. Europa Ocidental e os Estados Unidos repartiram o mundo entre si e organizavam poderosos impérios coloniais que só tinham em comum o desenvolvimento da acumulação capitalista.
As causas dessa expansão foram diversas, no entanto todas se relacionam com o desenvolvimento do capitalismo industrial. O desenvolvimento capitalista desses países associado a um crescimento demográfico que se processava desde o séc. XVIII, significou uma transformação acelerada na estrutura econômica e nos hábitos sociais desses países. 
O desenvolvimento industrial ampliou a demanda de matérias-primas, muitas das quais se produziam em condições mais vantajosas fora da Europa e dos Estados Unidos, e, ao mesmo tempo, o aumento na produção de artigos industriais ampliou a necessidade de mercados exteriores que consumisse os excedentes. O desenvolvimento industrial ampliou a demanda de matérias-primas, muitas das quais se produziam em condições mais vantajosas fora da Europa e dos Estados Unidos, e, ao mesmo tempo, o aumento na produção de artigos industriais ampliou a necessidade de mercados exteriores que consumisse os excedentes. Por outro lado o crescimento das populações urbanas fez aumentar a demanda de alimentos, cuja produção na Europa havia diminuído pelo êxodo rural ou simplesmente porque se tornara mais barato comprá-los em mercado externo.

Todo esse processo denominou-se imperialismo comercial, uma vez que foi o comércio de matérias-primas, alimentos e bens manufaturados que estimulou os países industrializados a penetrar, controlar e dominar vastas regiões do mundo. No início do seculo XIX o governo dos Estados Unidos da América já havia demonstrado intenção de demarcar as áreas onde pudesse exercer sua influência econômica. O presidente James Monroe, em 1823 criou a Doutrina Monroe, com o lema “a América para os americanos”. A intenção era afastar a presença de capitais e produtos europeus, especialmente ingleses dos países americanos recém independentes. Era o primeiro passo dos EUA para controlar as nações do continente americano. 
O imperialismo foi facilitado pelas condições em que haviam ocorrido os processos de independência colonial: fragmentação política, poder local nas mãos da aristocracia e permanência de estruturas típicas da colonização de exploração. No governo de Theodore Roosevelt, entre 1901 e 1909, a Doutrina prevaleceu.
Um exemplo da intervenção imperialista foi o apoio dos EUA na consolidação da independência em Cuba, com a Emenda Platt na constituição cubana, na qual dizia o direito dos EUA construírem bases militares no país.


Outro exemplo é na intervenção norte-americana na independência do Panamá em 1901, em troca de apoio político e militar, o governo norte-americano garantiu o controle sobre a passagem que interliga o Oceano Atlântico e Pacífico.
O governo norte-americano tinha interesse sobre Cuba e Panamá Por causa da localização estratégica desses países na América Central, são pontos de ligação entre o norte e o sul do continente americano e passagem do Oceano Atlântico para o Pacífico.

Consequências do imperialismo
Do imperialismo resultou a transformação do equilíbrio mundial. O crescimento metropolitano não correspondia à extensão colonial. No inicio do século XX, por exemplo, a Alemanha era a segunda potência mundial, entretanto, seu império colonial era insignificante. Tal situação gerou insatisfações.
As relações entre as potências tornaram-se mais tensas, acirrando nacionalismo e a corrida armamentista e gerando conflitos que levaram à primeira guerra mundial.








EMEF Emílio Meyer
Nome: Nicolas
Turma: 8S4


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