quinta-feira, 11 de abril de 2013

Imperialismo na África



O imperialismo na África determinou a repartição do continente entre as potências européias do final do século XIX e início do século XX. Durante vários séculos o continente foi explorado por colonizadores estrangeiros.
O primeiro momento de conquista do território africano  aconteceu com o avanço das grandes navegações. Inicialmente, Portugal e Espanha foram os colonizadores da África entre os séculos XV e XVII.
A partir da ascensão de outras potências européias acirrou a corrida pelo domínio do continente e ampliou a exploração, adentrando no território.



O primeiro país europeu, após Portugal e Espanha, a invadir o continente africano foi a França, que desenvolveu sua conquista  imperialista entre 1830 e 1857 na Argélia. Era apenas o começo de uma nova fase de exploração intensa da África. Os franceses prosseguiram a conquista estabelecendo-se na Tunísia, na África Ocidental e na África Equatorial, sendo que o domínio se expandiu ainda até regiões como madagascar e marrocos.
Em seguida aos franceses vieram os ingleses, os quais promoveram a conquista imperialista no Egito e o domínio do canal de Suez. Os alemães vieram em seguida conquistando a África Oriental e Camarões, Togo e Namíbia, estes na parte ocidental do continente. 
Já atrasados, chegaram os italianos  promovendo o domínio na Líbia na Eritréia e na  Somália.


O caso africano



O imperialismo na África foi o dominío dos países europeus sobre os povos nativos, explorando as suas gentes e os seus recursos naturais. Em fins do século XIX as principais potências coloniais se juntaram para traçar no mapa como seria dividido  este continente em territórios. Lá já dominavam países como Inglaterra, França, Alemanha, Portugal, Espanha e Bélgica. 
Assim, foram criados numa conferência mapas de países com linhas retas, não levando em conta a presença cultural  e geográfica dos povos dentro das fronteiras de cada um, o que resultou em divisões e conflitos até hoje. 
A segregação social e racial dos africanos e colonos, a exploração dos recursos e a sua monopolização a favor dos interesses das distantes metrópoles européias e o colonialismo foram terminando após o fim da 2° Guerra Mundial, mas deixaram os recentes países independentes politicamente desorientados, socialmente alvoroçados, e economicamente frágeis até aos dias de hoje.   


Algumas caracteristicas desta exploração :

  • Os europeus forçaram os africanos a seguirem sua cultura com a desculpa que estariam levando o progresso da ciência para o continente.
  • Os europeus tambem obrigaram os africanos a consumirem produtos fabricados por europeus .  
  • Os europeus exploraram os recursos do solo da África sem que os africanos tivessem direito a nada neste processo. 
  • A superioridade militar europeia foi usada para dominar e evitar revoltas e manifestações populares.
  • O território da África foi dividido por nações europeias ignorando os povos que ali viviam. 
  • O resultado de Imperalismo na África são feridas que não foram saradas até os dias de hoje .


Consequências do Imperialismo:
    Divisão do continente africano entre os países da Europa como Inglaterra, França, Bélgica e Portugal num traçado muito ritilínio, como que traçado numa mesa através de acordo e de maneira a deixar tribos amigos separadas e tribos inimigas unidas para facilitar a dominação.
         Isto gerou problemas de cunho econômico, politico e social grávissimos em diversas nações da Africa, houve guerras civis e contra nações vizinhas onde milhares de pessoas morreram, decorrente dessas guerras e da pobreza extrema, das doenças, e das péssimas condições de infra-estrutura. A falta de saneamento básico e higiene levaram outras vidas.
   





DESCOLONIZAÇÃO


A descolonização foi reflexo também da crise dos países europeus imperialistas no período após a Segunda Guerra. Mesmo os países vencedores do conflito mundial não tiveram condiçoẽs de manter seus exércitos. A desmoralização politica da Europa abriu espaço para os Africanos e Ásiaticos lutarem pela liberdade.  
Os movimentos de contestação contra o imperialismo não se restringiram ao período que seguiu a Segunda Guerra Mundial. Terminada a luta mundial, a batalha pela independẽncia ganhou força e se alastrou. A cada ano, países se libertavam de forma violenta ou por meios pacíficos. Desses movimentos vários se tornaram nações politicamente independentes mas de ecônomia frágil. Se somariam ao chamado 'Terceiro Mundo'. 


         
      Lutas africanas         
               
Um dos primeiros movimento de liberação da África foi o PAN-AFRICANISMO surgiu no final do seculo XIX. O pan-africanismo defendia a União dos povos africanos como forma de fortalecer o continente no contexto internacional.
O movimento popular entre as diversas etnias locais contribuiu para criação da Organização para a Unidade Africana, em 1963.
Durante e V o congresso Pan-africano, em Monchester, Padmore (foto) conseguiu aprovar um manifesto que ploclamou, com orgulho:

''Resolvemos ser livres. Povos colonizados e subjugados do mundo, uni-vos".



A independêcia  da África francesa
O processo de indepência das colônias francesa na Africa foi de certo modo, pacifico (excluindo o caso da Argélia). O governo da França tomou a inociativa de apresentar propostas reformistas, entendidas como sendo o primeiro passo para a emancipação.
1.  Em viagem á Africa francesa, em 1958, o então presidente Francês, Charles de Gaulle, prometeu que cada região colonizada pelo França faria um referendo (consulta popular), no qual todos os individuos teriam que decidir se queriam ou não fazer perte da comunidade francesa.
2. A Guiné foi a unica colônia que se manifestou contrário ao ingresso na comunidade francesa. Com a vitória da proposta de formação da comunidade francesa pela maioria dos colonos, ficou decidido que a lingua oficial seria francês e que a bandeira e o hino da França também seriam símbolos importante para os povos africanos.
3. A formação da comunidade francesa possibilitou que o movimento de emancipação das colônias ocorresse de modo negociado, sem os confrontos armados. Em 1960, uma onda de indepêndencias tomou conta da Africa francesa e novos paises se constituiram: Madagascar, Costa do Marfin, Senagal, Mali, Gabão e outros.





 Com o fim da Guerra Fria a África perdeu sua importância relativa. Nos anos 1990, o continente foi de novo entregue ao esquecimento. Muitas ditaduras são mantidas através das armas e doenças, a fome e seca continuam. A miséria da África não tem causas naturais. Ela é um legado de escravidão. O mundo tem uma divida infinita com a África. Durante a Guerra Fria o continente foi muito castigado pelas açoẽs militares. Atualmente grande parte da Africa enfrenta sérios problemas como epidemias e a questão dos refugiados.
A África do Sul é o país com maior número de pessoas com AIDS cerca de 5,5 milhões de africanos tem a doença. Boa parte das mortes ocorridas aconteceram em uma região conhecidas como África Subsaariana.


 EMEF Emílio Meyer

 Nomes: Fabiana, Hosana, Luana, Renata, Vitória, Sheila, Eduarda  Ayres e Juliana Amarante, Alexsandro Pacheco,Davi dos Santos e Marcos Merib 

Turma: 8s4

Nenhum comentário:

Postar um comentário